Há dias estava à mesa num desses almoços europeus intermináveis em que o último a falar sou sempre eu. Naturalmente para dizer que já me vou embora. Dessa vez a conversa desenrolava-se em volta de bancos, políticas, polícias, dinheiro, famílias, heranças, etc. Alguém dizia: " O advogado da minha família diz que quando o Pai ou a Mãe morrer, enquanto uns choram, outro vai ao banco, resolve a questão da herança e outros assuntos...".
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