
A problemática da génese do Estado-nação põe-se, com maior clareza, na Europa, fruto dos mais diversos processos históricos, sociais e económicos que levaram à sua constituição. A ideia de Estado-nação nasceu na Europa em finais do século XVIII e inícios do século XIX. Provém do conceito de "Estado da Razão" do Iluminismo. Hastings, fala-nos de factores como uma obra escrita em língua vernácula de uma ou mais etnias, como o foi o caso da Bíblia, da guerra contra uma ameaça externa e da religião como factores que contribuíram para o aparecimento dos Estados-nação. Contudo, algo que mais sobressai na abordagem de Hastings é, precisamente, o facto de um Estado-nação pressupor, necessariamente, a presença de etnias (grupo de pessoas com identidade cultural e língua comum). Note-se que a etnia não se identifica com a nação, uma vez que esta é formada pela comunidade de duas ou mais etnias, e é algo mais conscientes do que a etnia. De modo que, a nação exige, pela sua natureza, o direito à identidade, à autonomia política como povo e, sobretudo, o controlo de um determinado território. Por outras palavras, a Nação - Estado não pode ser vista fora de três eixos fundamentais: o território, a nação e a soberania. E, na verdade, o Estado-nação foi mais bem sucedido em função da coesão étnica e cultural, ou seja, da presença de uma maior homogeneidade na população. Não é por caso que se aponta Portugal, a Islândia e o Japão, como os Estados-nação mais conseguidos.
Ciências Políticas





O Iputa nunca se come só. Tem de ser acompanhado por um condimento, que podem ser couves, carne, peixe, quisaka e outros tipos de “condutos” tradicionais”. Porquê não experimentar com a efuanga?









